DETALHAMENTO DE NOTÍCIA
Ministro corregedor faz inspeção no TRT da Paraíba esta semana
A partir de hoje, até a próxima quinta-feira (11), o Tribunal Regional
do Trabalho estará passando por uma Correição Ordinária, feita pelo
ministro-corregedor geral da Justiça do Trabalho, Carlos Alberto Reis
de Paula. Os trabalhos começam com o ministro recebendo autoridades,
advogados e partes em processos trabalhistas que marcaram audiência.
O primeiro encontro é com o presidente do TRT, desembargador Edvaldo de
Andrade. Entre outras autoridades, o ministro receberá o
procurador-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho, Ramon Bezerra e
o procurador-geral do Estado da Paraíba, José Edísio Souto.
Compete à Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho exercer funções de
inspeção e correição permanente com relação aos Tribunais Regionais e
seus presidentes e decidir reclamações contra atos que afetem a boa
ordem processual.
Estão sujeitos à ação fiscalizadora do Corregedor-Geral os Presidentes,
Juízes, seções e serviços judiciários dos Tribunais Regionais do
Trabalho, para a verificação do andamento dos processos, regularidade
dos serviços, observância de prazos e seus Regimentos Internos.
Nas correições, o Corregedor verifica se os juízes dos Tribunais
Regionais do Trabalho são assíduos e diligentes na administração da
Justiça, se residem nas sedes do seu órgão judiciário e se têm bom
comportamento público, entre outros aspectos.
“Nós, magistrados, estamos acostumados a julgar processos, e, na
Corregedoria, passamos a ter uma atividade fundamentalmente de natureza
administrativa. A função corregedora, porém, não se restringe à atuação
das Corregedorias Regionais e da Corregedoria-Geral. O titular de uma
Vara do Trabalho é, também, corregedor daquela unidade. O juiz do
Trabalho não tem como única função sentenciar e dar despachos: ele
comanda uma equipe, que lhe cabe também fiscalizar”, disse o ministro.
Última correição em 2008
A última correição realizada no TRT foi em setembro de 2008, pelo então
corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen.
Na época o ministro teceu diversos elogios à atuação do Regional - o
primeiro do país a implantar o processo eletrônico com a instalação em
Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, da primeira Vara do
Trabalho totalmente informatizada e destacou a adoção de forma maciça,
pelos juízes de primeiro grau, da sentença líquida nos processos
submetidos aos ritos sumaríssimo e ordinário.
Em relação as Varas do Trabalho eletrônica afirmou: “Tais inovações
inaugurarão uma nova fase da Justiça do Trabalho brasileira, ao
propiciar a entrega da prestação jurisdicional de forma ainda mais
rápida, eficiente e econômica, em benefício da sociedade e em concreto
cumprimento do princípio constitucional da duração razoável do
processo”.
Fonte: TRT
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